Comentário ao seguinte texto.
Também não se há-de opor catequese a partir da vida a uma catequese tradicional, doutrinal e sistemática (52). A catequese autêntica é sempre iniciação ordenada e sistemática à revelação que Deus fez de Si mesmo ao homem, em Jesus Cristo. Esta revelação está conservada na memória profunda da Igreja e nas Sagradas Escrituras, e é constantemente comunicada, por uma «traditio» (tradição) viva e activa, de uma geração a outra.EXORTAÇÃO APOSTÓLICA, «CATECHESI TRADENDAE», DE SUA SANTIDADE, PAPA JOÃO PAULO II, 22
Também não se há-de opor catequese a partir da vida a uma catequese tradicional, doutrinal e sistemática (52). A catequese autêntica é sempre iniciação ordenada e sistemática à revelação que Deus fez de Si mesmo ao homem, em Jesus Cristo. Esta revelação está conservada na memória profunda da Igreja e nas Sagradas Escrituras, e é constantemente comunicada, por uma «traditio» (tradição) viva e activa, de uma geração a outra.EXORTAÇÃO APOSTÓLICA, «CATECHESI TRADENDAE», DE SUA SANTIDADE, PAPA JOÃO PAULO II, 22
23 Exerecício 6
Partilha de Anita Neves
Partilha de Anita Neves
O processo Catequético envolve a experiência humana como primeiro elemento a considerar. De facto, que melhor catequese para um cristão, que a sua própria vida quando inserida na comunidade cristã? Não podemos esquecer que catequese não é mero ensino, catequese é vida, é testemunho de Fé… No entanto, no que basearíamos a nossa fundamentação religiosa se descurássemos da catequese tradicional? A doutrina e os documentos sagrados são a base da nossa Fé, é neles que podemos basear o que é explicável no fenómeno que é a nossa Fé. Por tudo isto, é muito importante que se trabalhe no sentido de formar uma catequese sistemática e orgânica, que possa fazer acompanhar a vivência cristã de uma tradição viva e activa. Na verdade, tudo deve ter uma base de fundamentação para sobreviver à passagem do tempo, às intempéries da vida, aos obstáculos do crescimento interior. É nas Sagradas Escrituras, nos Documentos Sagrados e Conciliares que vamos buscar esta justificação e este apoio espiritual, de modo que a nossa vivência ganhe um sentido em Cristo, um sentido compreensível ao homem, mas apenas atribuível a Deus. Compreendendo o busílis da nossa Fé, poderemos ser verdadeiramente testemunhas de Cristo e fazer Catequese com a nossa vivência, evangelizando deste modo os nossos sucessores, os mais novos.
23 Exerecício 6
Partilha de João Moço
O primeiro elemento a destacar é o facto de a catequese de iniciação, como toda a catequese, ser um acto de tradição viva, iniciação ordenada à revelação que Deus, em Jesus Cristo, fez ao homem, revelação essa que é guardada na memória da Igreja e nas Sagradas Escrituras, é constantemente comunicada por uma tradição viva e activa de uma geração à outra. Deste modo, a catequese de iniciação é uma iniciação à revelação divina conservada na Igreja e transmitida mediante uma tradição viva e activa. A Igreja transmite, assim, aquilo que ela mesmo recebeu como dom e em que ela crê.
Esta comunicação faz-se através da doutrina, vida e culto que a Igreja presta a Deus, pelo que não se trata de transmissão de meros conceitos ou regras de comportamento. São, acima de tudo, realidades: a realidade da salvação de Deus em Jesus Cristo pelo Espírito Santo na Igreja; são as realizações e as obras de amor de Deus ao longo da história da salvação, ontem, hoje e sempre.
Estas realidades expressam-se nos símbolos da fé, celebram-se nos sacramentos da Igreja, mostram-se nos testemunhos das vidas dos santos e na herança espiritual dos Padres e no ensino dos pastores da Igreja. Todas estas são vias por onde se tem acesso à única verdade que salva: Jesus Cristo.
Precisamos de uma catequese que apresente a fé da Igreja de modo integral, rigoroso e fundamentado, capaz de dar resposta à quebra de verdade e à perda de orientação estável que origina a fragmentação ideológica e ética, a igualdade de todos os projectos humanos e o subjectivismo.
Jesus Cristo não se identifica em exclusivo com nenhuma cultura ou sistema de pensamento, mas revelou-se numa linguagem concreta. A Sagrada Escritura, a Sagrada Tradição, a Liturgia, os símbolos baptismais e os pronunciamentos do Magistério formam e mantém a identidade da linguagem da fé em todas as culturas, onde a Igreja confessa a única fé.
À catequese cabe a missão de transmitir os documentos da fé, que têm uma linguagem específica, capaz de dar acesso à Palavra de Deus e introduzir na dinâmica da salvação e nos acontecimentos salvíficos.
A catequese tem a missão de tornar acessível ao homem actual, neste contexto cultural, a linguagem da fé.
Esta comunicação faz-se através da doutrina, vida e culto que a Igreja presta a Deus, pelo que não se trata de transmissão de meros conceitos ou regras de comportamento. São, acima de tudo, realidades: a realidade da salvação de Deus em Jesus Cristo pelo Espírito Santo na Igreja; são as realizações e as obras de amor de Deus ao longo da história da salvação, ontem, hoje e sempre.
Estas realidades expressam-se nos símbolos da fé, celebram-se nos sacramentos da Igreja, mostram-se nos testemunhos das vidas dos santos e na herança espiritual dos Padres e no ensino dos pastores da Igreja. Todas estas são vias por onde se tem acesso à única verdade que salva: Jesus Cristo.
Precisamos de uma catequese que apresente a fé da Igreja de modo integral, rigoroso e fundamentado, capaz de dar resposta à quebra de verdade e à perda de orientação estável que origina a fragmentação ideológica e ética, a igualdade de todos os projectos humanos e o subjectivismo.
Jesus Cristo não se identifica em exclusivo com nenhuma cultura ou sistema de pensamento, mas revelou-se numa linguagem concreta. A Sagrada Escritura, a Sagrada Tradição, a Liturgia, os símbolos baptismais e os pronunciamentos do Magistério formam e mantém a identidade da linguagem da fé em todas as culturas, onde a Igreja confessa a única fé.
À catequese cabe a missão de transmitir os documentos da fé, que têm uma linguagem específica, capaz de dar acesso à Palavra de Deus e introduzir na dinâmica da salvação e nos acontecimentos salvíficos.
A catequese tem a missão de tornar acessível ao homem actual, neste contexto cultural, a linguagem da fé.
23 Exerecício 6
Partilha de Marília Domingos
Partilha de Marília Domingos
Toda a catequese é considerada autêntica sempre que estiver em sintonia com o Espírito Santo, ou seja, sempre que partir duma inspiração divina e seja transmissão do conhecimento vivo da revelação de Deus aos Homens. Deus usa de critérios que a nós Homens limitados e pobres parecem-nos loucuras e impossíveis para Se revelar e mostrar o Seu rosto de misericórdia.
O óptimo dentro duma doutrina catequética seria o aliar a tradição, ou seja, os documentos da Igreja e a Sagrada Escritura, com a vida, a experiência pessoal ou colectiva dessa revelação, uma vez que todos os documentos da Igreja e a própria Bíblia nasceram duma experiência vivida de Deus que alguém fez e sentiu-se impulsionado a escrever e a passar testemunho pelo próprio Espírito Santo.A Palavra de Deus é vida em si mesma, por isso todo aquele que se deixa interpelar por ela é transformado desde dentro e toda a sua vida sofre mutações de felicidade plena, o que se traduz numa alegria verdadeira e pacificidade interior que automaticamente passam para aqueles a quem se anuncia o evangelho. Por isso João Paulo II afirma que “uma catequese autêntica” parte sempre “duma iniciação ordenada e sistemática à Revelação”, porque aqueles que se deixam tocar e conduzir pelo Espírito Santo chegam à essência da missão e do anúncio do evangelho que Jesus Cristo veio encarnar.
O óptimo dentro duma doutrina catequética seria o aliar a tradição, ou seja, os documentos da Igreja e a Sagrada Escritura, com a vida, a experiência pessoal ou colectiva dessa revelação, uma vez que todos os documentos da Igreja e a própria Bíblia nasceram duma experiência vivida de Deus que alguém fez e sentiu-se impulsionado a escrever e a passar testemunho pelo próprio Espírito Santo.A Palavra de Deus é vida em si mesma, por isso todo aquele que se deixa interpelar por ela é transformado desde dentro e toda a sua vida sofre mutações de felicidade plena, o que se traduz numa alegria verdadeira e pacificidade interior que automaticamente passam para aqueles a quem se anuncia o evangelho. Por isso João Paulo II afirma que “uma catequese autêntica” parte sempre “duma iniciação ordenada e sistemática à Revelação”, porque aqueles que se deixam tocar e conduzir pelo Espírito Santo chegam à essência da missão e do anúncio do evangelho que Jesus Cristo veio encarnar.
23 Exerecício 6
Partilha de Carla Ávila
Também não se há-de opor catequese a partir da vida a uma catequese tradicional, doutrinal e sistemática (52). A catequese autêntica é sempre iniciação ordenada e sistemática à revelação que Deus fez de Si mesmo ao homem, em Jesus Cristo. Esta revelação está conservada na memória profunda da Igreja e nas Sagradas Escrituras, e é constantemente comunicada, por uma «traditio» (tradição) viva e activa, de uma geração a outra.EXORTAÇÃO APOSTÓLICA, «CATECHESI TRADENDAE», DE SUA SANTIDADE, PAPA JOÃO PAULO II, 22A catequese, deve manter a estrutura que tem, orgânica e sitemática, centrada fielmente em Jesus Cristo e na sua Igreja. Apenas deve ter em conta, os destinatários, ou seja, os catequizandos, com as experiencias que têm, inseridos na sociedade actual,( que é muito diferente, da sociedade de há 20 anos), uma sociedade pluralista, em busca do consumo, do prazer, do hedonismo, dos "mass midia" , da globalização, da crise de identidade da própria sociedade, da falta de referências de pessoas com integridade e verdadeiramente fiéis a Cristo. Neste contexto, há novas interrogações e profundas dos catequizandos, o catequista tem uma tarefa árdua de se prepar sistemáticamente para estas novas realidades, para uma nova linguagem, com novos meios de apresentação para uma catequese, que vá de encontro ás necessidades dos catequizando. Sendo a experiencia humana o ponto de partida do método antropológico, deve ser aprofundada, provocada ou evocada, com a base na realidade do contexto social.Há que manter a pedagogia de Deus, fonte e modelo da pedagogia da fé, revelada e assumida por Jesus, baseado no anúncio genuíno do Reino e da caridade, sendo exemplo de de todos os recursos próprios da comunicação interpessoal.
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23 Exerecício 6
Partilha de Artur Ferreira
A catequese, inserida no processo catequético, deve procurar levar a pessoa num caminho de fé, tendo em conta os seus próprios ritmos, de forma a ir interiorizando e aprofundando as verdades ensinadas, num caminhar até à maturidade cristã, que faça com que cada um afirme essas realidades de forma consciente, desenvolva o desejo de ir mais além e se necessário, saiba vencer e ultrapassar qualquer ruptura ou fraqueza que surja. Não é assim, um ensino de fórmulas mais ou menos decoradas que expressam a fé.
É um processo permanente, com etapas próprias e definidas, de acordo com as realidades de cada comunidade e as faixas etárias dos destinatários.
Deve conseguir que o catequizando obtenha, num determinado período de tempo, uma estrutura básica de fé, pelo seguimento de um programa concreto, coerente e de acordo com os seu ritmos, e que contemple uma formação cristã integral, onde as certezas de fé são comunicadas de forma simples mas sólida, e que eduquem nos valores evangélicos fundamentais.
A mensagem que se transmite na catequese, que é o Evangelho, está, tal como este, ligada à vida humana. Falar de um Deus, que se revela pelo Seu Filho, que encarnou, se fez Homem e lhes comunica pela Palavra, testemunho e vida, deve ser feito de forma criativa, viva e fluida pelo catequista, utilizando a sua própria experiência, mas também a dos catequizandos. Para o efeito, deve igualmente recorrer à Palavra de Deus expressa quer nas Sagradas Escrituras, quer na Tradição da Igreja. É aí que encontra os fundamentos dos símbolos da fé, da oração e da lei moral. Finalmente esta mensagem é aprofundada nas expressões de fé, como a profissão de fé, na celebração e no compromisso.
Será através de todos estes factores, que se conseguirá uma catequese autentica, onde os catequizandos adquirem uma fé que os transforme e os faça capazes de viver, testemunhar, celebrar e rezar essa mesma fé, inseridos e apoiados pela comunidade, que igualmente participa e vive essa mesma fé, que é a fé da Igreja.
É um processo permanente, com etapas próprias e definidas, de acordo com as realidades de cada comunidade e as faixas etárias dos destinatários.
Deve conseguir que o catequizando obtenha, num determinado período de tempo, uma estrutura básica de fé, pelo seguimento de um programa concreto, coerente e de acordo com os seu ritmos, e que contemple uma formação cristã integral, onde as certezas de fé são comunicadas de forma simples mas sólida, e que eduquem nos valores evangélicos fundamentais.
A mensagem que se transmite na catequese, que é o Evangelho, está, tal como este, ligada à vida humana. Falar de um Deus, que se revela pelo Seu Filho, que encarnou, se fez Homem e lhes comunica pela Palavra, testemunho e vida, deve ser feito de forma criativa, viva e fluida pelo catequista, utilizando a sua própria experiência, mas também a dos catequizandos. Para o efeito, deve igualmente recorrer à Palavra de Deus expressa quer nas Sagradas Escrituras, quer na Tradição da Igreja. É aí que encontra os fundamentos dos símbolos da fé, da oração e da lei moral. Finalmente esta mensagem é aprofundada nas expressões de fé, como a profissão de fé, na celebração e no compromisso.
Será através de todos estes factores, que se conseguirá uma catequese autentica, onde os catequizandos adquirem uma fé que os transforme e os faça capazes de viver, testemunhar, celebrar e rezar essa mesma fé, inseridos e apoiados pela comunidade, que igualmente participa e vive essa mesma fé, que é a fé da Igreja.
23 Exerecício 6
Partilha de Rosa F. Pinto
Partilha de Rosa F. Pinto
O texto argumenta que não resulta tentar jogar com a «ortopraxis» contra a ortodoxia: pois o Cristianismo é inseparavelmente uma coisa e outra. Convicções firmes e reflectidas levam à acção corajosa e correcta; o esforço por educar os fiéis para viverem nos dias de hoje como discípulos de Cristo, reclama e facilita a descoberta aprofundada do Mistério de Cristo na história da Salvação. É em vão igualmente apregoar o abandono do estudo sério e sistemático da mensagem de Cristo, sob o pretexto de uma preferência metodológica pela experiência vital. «Ninguém pode alcançar a verdade integral mediante uma simples experiência privada, quer dizer, sem uma explicação adequada da mensagem de Cristo, que é 'Caminho, Verdade e Vida' (cf. Jo. 14,6)» (51). A catequese autêntica é sempre iniciação ordenada e sistemática à revelação que Deus fez de Si mesmo ao homem, em Jesus Cristo. Logo, não se há-de opor catequese a partir da vida a uma catequese tradicional, doutrinal e sistemática (52). Esta revelação está conservada na memória profunda da Igreja e nas Sagradas Escrituras, e é constantemente comunicada, por uma «traditio» (tradição) viva e activa. Essa revelação não está isolada da vida, nem justaposta a ela de maneira artificial, mas refere-se ao sentido último da existência; esclarece-a totalmente, para a inspirar e para dela ajuizar criticamente, à luz do Evangelho. É por isso que podemos aplicar aos catequistas aquilo que o Concílio Vaticano II aplicava especialmente aos sacerdotes: educadores — do homem e da vida do homem - na fé .
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