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Sábado, 12 de Janeiro de 2008

La dinámica de los grupos,

Para quem quiser saber mais sobre dinâmica de grupos aqui fica o conteúdo de uma das muitas páginas presentes na imensidão da net...
ANZIEU, Didier; MARTIN, Jacques-Yves. El concepto de grupo. In:
La dinámica de los grupos pequeños. Buenos Aires: Kapelusz, 1971.
Interação das comunicações (Bales)
Análise fatorial dos traços do grupo (Cattell)
Sociometria (Moreno) medida das afinidades entre os membros do grupo
Dinâmica de grupo (Kurt Lewin) explicação dos fenômenos de grupo por campos de
forças psicológicas e sociais.
O processo grupal (Sílvia Lane)
O conceito de grupo
Termo recente
Séc. XVII: termo técnico das belas artes
Séc. XVIII: designa em francês uma reunião de pessoas
Grupo: laçada, laço
Idéia de círculo
Grupo de iguais
Grupo (espanhol): “pluralidade de seres ou coisas que formam um conjunto material
ou mentalmente considerado”.
Conjunto de figuras pintadas ou esculpidas
Grupo (Aurélio) “Reunião de pessoas; pequena associação ou reunião de pessoas
unidas para um fim comum”.
Resistência epistemológica ao conceito de grupo
1a – Idéia de que tudo se resume a questões pessoais;
2a – Dificuldade geral, de todo ser humano, de descentrar-se de si mesmo
(antropocentrismo).
3a Narcisismo (Freud)
4a O homem contemporâneo resiste a vida grupal
5a Angústia (Freud) motivo último da resistência epistemológica e prática do grupo
Ordem sociológica
O grupo é apenas para viver e não para estudar
Atitude das grandes organizações coletivas (impérios, estados, exércitos, ordens
religiosas) frente ais grupos pequenos. Para a sociedade global, um grupo pequeno ou
reduzido é uma força a seu serviço, mas uma força que pode voltar-se contra ela. Todo
grupo que se separa é um grupo que conspira, ou que pode conspirar.
Metáforas de grupo
Biológica: o grupo como organismo vivo
Mecânica: autonomia se representa por analogia com a retroalimentação
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ANZIEU, Didier; MARTIN, Jacques-Yves. Reseña histórica. In: La
dinámica de los grupos pequeños. Buenos Aires: Kapelusz, 1971.
Antiguidade grega: fraternidade dos chefes de guerra
Corte do amor (séc. XII): as mulheres se reúnam para discutir questões do amor
Conselho de administração (séc. XVI e XVII) aumento do comércio marítimo
Quadro de Rembrandt “Os representantes da corporação” (1661-1662)
Movimento/diálogo/interação
França
Fourier (1772-1837) e o mito do falanstério
Contemporâneo de A Comte
Reformador social e utopista
1a vez: princípios essenciais para fundamentar uma ciência do grupo
A variedade das paixões humanas deve permitir o cumprimento natural de todas as
tarefas em suas variedades.
O homem é por NATUREZA psicológico: um ser social ou mais exatamente um ser
grupal
Reforma social deve responder plenamente a psicologia humana
Toda paixão deve satisfazer uma tendência (12):
Cinco sentidos são individuais: gosto, tato, visão, audição e olfato
Sete são sociais:
Quatro (desejo de estabelecer laços afetivos/atração)
Amizade
Ambição
Amor
Paternidade
Três (descobertas por Fourier) motores de funcionamento dos grupos:
A competição
A variação ou alternância
O esmero
As doze paixões se combinam de maneira diferente em cada homem de acordo com
suas respectivas intensidades.
Resultam 810 caracteres aritmeticamente possíveis
Comunidade ideal (falanstério) 1.620 pessoas (cada sexo por caráter)
Antecipa DUAS idéias fundamentais de K. Lewin:
a) criação artificial de grupos
b) a impossibilidade de por a prova as hipóteses da psi. grupal sem uma certa
prática social, a impossibilidade de separar a investigação da aplicação.
Durkheim e a consciência coletiva
Não separa grupo pequeno ou reduzido da sociedade global
Fundador da escola sociológica francesa no séc. XIX cria as bases de uma teoria do
grupo.
Passagem
Clã sociedade
Solidariedade mecânica solidariedade orgânica (divisão do trabalho)
Grupo social (def.): mais que a sua soma (totalidade)
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Hipótese de uma consciência coletiva (o grupo tem percepções,sentimentos e emoções
próprias)
Esboça a análise das funções psicológicas do grupo:
Função de integração
Função de regulação
Função de idolatria
Influência na Psi. Social experimental americana (1930-1935)
Sartre e a perspectiva dialética
“O ser e o nada” (1943)
trata do indivíduo humano nas suas relações consigo mesmo, com seu corpo,
com seu destino pessoal e com outro companheiro humano.
“Crítica da razão dialética” (1960)
o homem frente ao grupo e a história coletiva.
De que maneira tem sido possível um fenômeno como o stalinismo?
Dialética: itinerário do pensamento humano em seu enfrentamento com a natureza e a
sociedade para transforma- la: é a lógica da ação.
Grupo: “um todo dinâmico, em movimento, por fazer-se, com relações dialéticas de
interioridade entre as partes”
Se opõe a concepção de grupo:
Organicista: modelo de um organismo vivo
Cibernética: máquina
Aglomeração (série) # de grupo
Passagem da série ao grupo (3 condições)
1a interesse comum
2a passar das comunicações indiretas às diretas
3a grupos que defendem interesses antagônicos (luta de classe)
Alemanha
Tonnies, Smalenbach e as categorias sociológicas (início do séc. XX)
a) Agrupamento de parentesco e lugar (comunidade da vida): o sofrimento de cada um é
de todos
b) Associações voluntárias (comunidade de interesse): fundadas em um contrato tácito
ou explicito e cuja finalidade é possibilitar o intercâmbio (especialmente de dinheiro)
c) Bando – é a liga, aliança, a qual o individuo adolescente ou adulto adere,
apaixonadamente para procurar os objetivos comuns muito valorizados e idealizados.
Freud e a psicanálise
Na mesma época (inicio do séc. XX)
“Totem e Tabu” (1913)
“Psicologia coletiva e análise do eu” (1920)
Influencia de trabalhos antropológicos
“Existe do ponto de vista psicológico outra fonte de autoridade e de organização do
grupo que não seja a autoridade patriarcal?”
Surgimento do novo modelo de organização:
Na família numerosa
Na escola
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Nos fãs clubes
“O espírito de corpo nasce da transformação dos ciúmes em solidariedade”
A origem da psi. grupal é a IDENTIFICAÇÃO
O chefe (pai etc) toma o lugar ideal do eu em cada um de seus membros e isto explica a
solidariedade psicológica entre estes últimos.
A imagem do pai justo e bom é o qeu sustenta a coesão grupal.
Fatores de coesão:
1o Identificação com o pai
2o todos se identificam com os demais membros do grupo
Ambivalência (amor e ódio)
O chefe impede os cidadãos de serem livres: desembaracemo-nos dele.
Progresso social: passagem do grupo social fundado na autoridade do pai e a
identificação com o chefe para a sociedade de irmãos fundada na identificação mútua,
na solidariedade.
As imagens arcaicas subsistem no inconsciente individual e coletivo
Mito psicanalítico do assassinato do PAI: representa o GRUPO.
(experiência afetiva que o indivíduo deve viver e vencer para constituir-se como um
SUJEITO autônomo).
Estados Unidos
Os cuáqueros (sociedade de amigos)
Fox (fundador)
Ressurreição do cristianismo primitivo
Surgem no séc. XVII na Inglaterra
Culto livre, pequenos grupos
Princípios:
Liberdade de inspiração e criação
Igualdade dos participantes
Busca da verdade divina
Todos são co-responsáveis
Alex de Tocqueville “A democracia na América” (1835/1840)
Importância dos grupos para os EUA
De 1925 a 1935 começa a se desenvolver uma verdadeira psicologia científica dos
grupos:
a) Delinqüência juvenil
b) Relações humanas na indústria
a) Delinqüência juvenil
Gangs: indivíduos anti-sociais são geralemente mais perigosos em grupo do que
individualmente.
Auchhorn (Áustria): grupo para readaptar delinqüentes
Frederick Trascher (1920) recolhe observações sobe 1.100 bandos de jovens
delinqüentes de Chicago.
William F. Whyte (1930)
O bando dos Nortons (colônia italiana em Boston)
Observação participante
Papel do chefe
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Processo de comunicação
A sociometria (Moreno, 1930)
Emigrou para os EUA em 1925
A experiência de Hudson
Sociometria
Simpatia
Antipatia
Indiferença
Medição das relações por meio de um questionário (eleição e rejeição)
Radiografia da tele grupal
Sociograma: representação gráfica das teles e transferências grupais
As relações humanas na indústria
Elton Mayo (1880-1950)
Prof. de filosofia, australiano
Interesse pela psi. do trabalho
Dirigiu de 1926 a 1947 o Departamento de Investigação Industrial da Universidade de
Harvard (USA)
1a investigação (1923 a 1925): instabilidade de trabalhadores nas tecelagens. Propõe
descansos de 10 min (fixos e depois livres em grupos de 3)
Diminuiu a rotatividade
Aumentou a moral, etc.
Explicação psicofisiológica: fadiga física e mental
“O problema social da civilização industrial” (1945)
Dará uma explicação psicossociologica: as alterações na rotina modificam a psi. do
trabalhador e as suas relações com os colegas (“a ação transformou um bando de
solitários em um grupo social”)
2a investigação
Oficinas Hawthorne da Western Electric Company (Chicago)
Experimentos realizados para melhoramento da produção
1927 a 1929: cria a sala de teste (lab)
Várias condições experimentais
Test-room: “membros de um grupo”
1929- crise econômica
1933- fim da experiência
Conclusão: o grupo é importante para o aumento da produção
Mayo duvida desta conclusão
3a e 4 experiências
Second Relay Assembly Group (1928-1929)
Mica Splitting test-room (1929/1930)
Outra ação:
Entrevistas individuais (21.000 trabalhadores)
Conclusão: o significado que assume o trabalho para o homem depende de sua história
pessoal, de suas experiências passadas epresentes em grupos tanto dentro quanto fora da
empresa.
Descobrimento: os trabalhadores constituem espontaneamente grupos entre si que tem
vida e organização próprias e cujo código implícito determina a atitude dos membros
frente ao trabalho.
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Bank Wiring Observation Room (1931/1932)
Conflito entre a “lógica do sentimento” e a lógica da eficiência”.
Começo das experiências de laboratório
Muzafer Sherif (1935)
Ilusão auto-cinética
Primeiras experiências de laboratório com um grupo artificial
Comparar a estimulação da amplitude do movimento em situação individual e em
situação grupal
A perspectiva dinâmica: Kurt Lewin (1890-1947)
Psicólogo da Escola de Berlim
Emigrou para os EUA em 1930
1o estudo da personalidade humana
Depois: estudo dos grupos
Teoria da Gestalt ou psi. da forma
A percepção e o hábito não se apóiam em elementos, mas em “estruturas”, organizações
ou reorganizações de sensações ou de recordações.
Para Lewin a ação individual se dá a partir da estrutura que se estabelece entre o sujeito
e seu ambiente em um determinado momento.
Estudou três formas de tensão na personalidade individual:
a) Uma tarefa interrompida antes de sua finalização deixa o sujeito em estado de
insatisfação e, em conseqüência lembra-se mais de uma tarefa interrompida do
que uma tarefa similar que tenha podido realizar completamente;
b) A tensão provocada no sujeito por uma frustração o conduz a uma descarga
agressiva da tensão ou um retraimento frente às necessidades cuja satisfação
esperava ou que haviam experimentado um principio de satisfação (frustração
gera agressão ou regressão);
c) Os fracassos ou êxitos obtidos durante o cumprimento de uma tarefa repetitiva
modificam nossa atitude frente a essa tarefa: se trata do “nível de aspiração” que
pode elevar-se seja porque o êxito dá confiança seja para compensar a decepção
de um fracasso (e pode diminuir por razões paralelas).
A partir de 1938 Lewin se dedica a estender a todos os grupospequenos a noção de
campo dinâmico, aplicando-lhes de modo rigoroso o método experimental.
1938: cria cinco clubes para crianças em idade escolar
climas sociais:
autoritário
democrático
“laisser- faire”
Dinâmica de grupo (1944)
Em um meio definido, certa distribuição de forças determina o comportamento de um
objeto que possui propriedades definidas.

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