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Unidade Didáctica 1
Tema 1: A Pedagogia Divina
Unidade Didáctica 1
Tema 1: A Pedagogia Divina
Características fundamentais da Pedagogia de Deus na Revelação e que sejam aplicáveis à pedagogia catequética. (tendo em conta o perfil do catequista – ele é o envelope, o convite real de JC.) a publicar no blog
Deus revela à humanidade o seu desígnio de amor, servindo-se de acontecimentos e palavras humanas; e revela-se progressivamente à humanidade por meio dos profetas e dos acontecimentos salvíficos até à plenitude da Revelação com o envio do seu próprio Filho.
A catequese não pode esquecer o modo com Deus se quis revelar a humanidade. A pedagogia da catequese deve fixar-se na pedagogia que Deus usou na revelação. Em primeiro lugar a catequese tem que ser fiel ao Ser humano: deve estar consciente da situação particular e da problemática concreta daquele que é convidado a seguir Jesus Cristo. A catequese deve anunciar a “Boa Notícia” para a vida de cada um. A pedagogia catequética tem que responder aos novos requisitos do seu anúncio, adaptando-se às características dos catequizandos.
O Catequista caminha com o seu catequizando à semelhança de Deus que caminhou com o povo no deserto e continua a caminhar com a humanidade.
Deus revela à humanidade o seu desígnio de amor, servindo-se de acontecimentos e palavras humanas; e revela-se progressivamente à humanidade por meio dos profetas e dos acontecimentos salvíficos até à plenitude da Revelação com o envio do seu próprio Filho.
A catequese não pode esquecer o modo com Deus se quis revelar a humanidade. A pedagogia da catequese deve fixar-se na pedagogia que Deus usou na revelação. Em primeiro lugar a catequese tem que ser fiel ao Ser humano: deve estar consciente da situação particular e da problemática concreta daquele que é convidado a seguir Jesus Cristo. A catequese deve anunciar a “Boa Notícia” para a vida de cada um. A pedagogia catequética tem que responder aos novos requisitos do seu anúncio, adaptando-se às características dos catequizandos.
O Catequista caminha com o seu catequizando à semelhança de Deus que caminhou com o povo no deserto e continua a caminhar com a humanidade.
04 2 Relacione a inculturação com o processo pedagógico catequético da encarnação. Diferença entre inculturação e evangelização.
Deus não nos fez chegar as Sua Palavra mediante um ditado aos ouvidos dos autores sagrados. Deus, autor primeiro dos Textos Sagrados, confiou a Sua Palavra às contingências culturais de homens (também eles autores) que faziam parte de um povo, com eles partilhando de uma cultura, num determinado período histórico.
A Palavra de Deus, por ser de Deus, contem em si uma fecundidade que ultrapassa os limites temporais e culturais atingindo o âmbito da universalidade e a intemporalidade.
A Palavra de Deus, vem de Deus, mas reflecte a experiência de um povo e é para as pessoas e para todos os seres humanos.
Ela entranha o real humano em profundidade. Abrange os seres humanos de qualquer raça, cultura, e momento histórico.
A inculturação é um elemento decisivo e fundamental para uma evangelização efectiva, uma evangelização que toque o coração da pessoa e a leve a assumir a mensagem evangélica e a prática cristã como modo de vida e não como excepção à prática comum. A inculturação unifica de forma efectiva a fé e a vida, entre o ser cristão e o ser pessoa num dado contexto cultural.
O conceito de inculturação pertence ao domínio da missiologia e indica a necessidade que o Evangelho tem de entrar em diálogo com as culturas onde é anunciado, de modo a ajudar as pessoas a assumirem a Boa Nova de Jesus como modo de vida no contexto da própria experiência cultural e não à margem da vida real.
Os bispos da Associação das Conferências Episcopais Anglófonas da África Ocidental escreveram num documento de 1989 «A inculturação deve ser um caminho, um meio para a evangelização e, ao mesmo tempo, o fim da evangelização, porque pode levar-nos a aceitar o cristianismo como um modo de vida. É por esta razão que inculturação e evangelização começaram no verdadeiro fundamento da Igreja.»
A inculturação permite assumir as riquezas culturais que são compatíveis com a fé mas também purificar e transformar critérios, modos de pensar e estilos de vida que se não coadunem com o Reino de Deus.
09 1 Tema 7: Pedagogias Complementares Realize uma apresentação pessoal sobre a importância do desenvolvimento activo e pro-activo da Catequese de adultos como 1.ª necessidade de formação catequética nas paróquias. a publicar no blog
A exortação apostólica Catechesi Tradendae afirma que a catequese de adultos “É a principal forma de catequese, porque se dirige a pessoas que têm as maiores responsabilidades e capacidade para viverem a mensagem cristã na sua forma plenamente desenvolvida”. Estranho é, por conseguinte, que ainda haja tão pouca prática desta forma de catequese.
A consciência de que aos leigos cabe um papel indispensável na santificação do mundo Consagrado pelo Vaticano II exige uma maior aposta na formação dos leigos adultos.
Acresce dizer que nas regiões menos cristianizadas do mundo, a maioria das pessoas chega atinge idade adulta sem ter frequentado qualquer catequese. No mundo cristão muitos, após a frequência da catequese na infância, atravessam um período de deserto após o qual atingem a idade adulta com uma fé infantil ou quase apagada, outros nunca foram mesmo educados na fé.
A catequese de adultos deve dar resposta a todas estas necessidades. Mas não pode esquecer também as pessoas idosas, os migrantes, os marginalizados etc.
A evangelização destas franjas deve ter metodologias e meios próprios. Pode recorrer-se, por exemplo a meios audio-visuais, publicações, encontros, conferências, etc.
É também importante que haja articulação entre os vários níveis de catequese.
Nestes ambientes têm particular importância as catequeses complementares.
A Pedagogia catequética Integradora procura a educação da pessoa toda (ocupa-se das dimensões cognitiva, afectiva, litúrgica, moral e apostólica). A Pedagogia Catequética Diferenciada tem em conta os diferentes tipos de pessoas relativamente à religião, à fé, à faixa etária, aos objectivos, às etapas do processo evangelizador etc. A Pedagogia Activa procura que os catequizandos sejam os protagonistas da sua própria formação, assumindo uma postura pró-activa e dinâmica. A Pedagogia Libertadora faz eco da acção libertadora do Evangelho. A Pedagogia com Diversa Linguagens procura estabelecer uma verdadeira comunicação vital. Uma Pedagogia que Utiliza Vários Métodos (método doutrinal, método kerigmático, método antropológico). A Pedagogia que dá Importância à Educação em Grupo permite descobrir mais facilmente a verdadeira experiência da Igreja como corpo constituído por numerosos membros. A Pedagogia que Avalia reflete passo a passo o próprio processo catequético.
13 5 - Procure um artigo de uma revista, ou outro texto publicado (livro, site da internet, brochura...) e faça uma recensão desse escrito tendo em conta a temática desta disciplina Pedagogia Catequética e Meios de Comunicação Social.
Autora: Ir. Lourdes Grosso Garcia M. ID
Título: Pedagogia do Catequista
Publicação: Pastoral Catequética, Revista de Catequese e Educação, SNEC, Maio 2006
(reflexão realizada para um encontro nacional de catequistas de Portugal)
Recensão:
A autora começa por centrar a sua reflexão na resposta às questões “Que temos de fazer?” e “Como fazê-lo?”, no âmbito da missão do Catequista.
Estabelece uma questão prévia: “Que quer Deus de mim e dos e de cada uma das pessoas que tenho diante de mim”. É a partir da resposta a esta questão que procura construir a resposta às duas anteriores. Ao pôr a si próprio esta questão, o catequista coloca-se num plano distinto do plano próprio do professor ou do educador cujo principal objectivo é transmitir conhecimentos.
São apresentados três fundamentos para acção prática do catequista: A Acção do Espírito Santo, pedagogo que ilumina o conhecimento de Deus e que impele o Catequista à sua missão; Comunhão Eclesial, já que o catequista é membro da Igreja e transmissor da fé nessa mesma Igreja; Vida em Cristo, objectivo supremo da catequese.
No que diz respeito ao Método, são apontados três princípios: Educar à semelhança da pedagogia de Deus, adaptações dos materiais e recursos (boa utilização dos materiais recursos e tecnologias) e aplicação directa da mensagem evangélica.
O artigo termina com uma proposta de itinerário e alguns exemplos muito claros de aplicação a conceitos chave como sejam o Amor, a Oração, a Santidade o Serviço, entre outros.
17- 3 Importância da comunicação existencial na catequese.
A Catequese mais do que transmissão de informação é partilha de vida. A primeira coisas que Jesus disse aos seus Discípulos foi “Vinde e Vede” iniciando com eles uma partilha de experiências. Assim o catequista não se limita a falar de coisas que leu em livros ou ouviu a outros. Fala de dentro, da sua própria experiência, comunica a sua própria história relacional com Deus.
Esta comunicação pressupõe o testemunho. O catequista não pode falar de fraternidade e a sua vida exprimir egoísmo.
Esta premissa representa um compromisso e uma responsabilidade muito fortes para um catequista.
22 - 1 Tema 5: Os meios Audiovisuais à distânciaEm Catequese quais os desafios da Internet, nas suas demais valências.
A Internet veio trazer à catequese (como a muitas outras realidades) um sem fim de possibilidades que, bem aproveitadas podem facilitar a o trabalho dos catequistas e promover novas formas de evangelização.
Seria um erro imperdoável não se explorar esta ferramenta poderosa.
A Internet torna mais fácil ao catequista a obtenção de materiais. Imagens, sons, textos e recursos estão disponíveis aos milhares na Internet. Cabe ao catequista saiba discernir da conveniência de utilizá-los.
Podem também consultar-se on-line muitos dos documentos do Magistério e uma infinidade de artigos que podem contribuir para a formação pessoal do catequista e eventualmente dos catequizandos.
Se a catequese tiver meios para isso, a Internet pode ser consultada no encontro em grupo estabelecendo-se assim uma pedagogia activa.
Pode de qualquer modo sugerir-se aos catequizandos a consulta de determinados sites e a pesquisa de informações. Não se deve deixar de ter em conta que há muitas pessoas que ainda não têm acesso fácil a este meio e outros não serão mesmo capazes de utilizá-lo.
Pode ser igualmente interessante, nomeadamente tratando-se de catequeses de Jovens, a criação de blogs ou outro tipo de páginas que sirvam para os catequizandos e os catequistas partilharem as suas reflexões e as suas descobertas.
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Segundo o estudo de Franta é correcto falar de três conteúdos na relação educativa. Quais são explicitando a sua relação e importância?
Os conteúdos do estudo de Franta relativos à relação educativa são os seguintes:
- O controlo: O educador deve saber recusar os extremos do método autoritário e do laxista, ou não autoritário. Esta premissa é particularmente importante no processo catequético já que o catequista é o Mestre que caminha com o discípulo.
- A emotividade: Um bom registo emotivo, fruto de uma maturidade psicológica, é capaz de transmitir uma relação positiva de aceitação do outro. O Catequista só será reconhecido pelo catequizando como Mestre se este demonstrar a tal maturidade psicológica e relacional.
- A autenticidade: Só um educador autêntico, capaz de uma transparência comunicativa se pode afirmar de forma confiante e responsável diante do grupo. Esta é também uma condição particularmente indispensável ao catequista. Ninguém consegue anunciar uma fé que não professa. ninguém pode motivar a uma adesão a Jesus Cristo se ele próprio não aderiu.
Partilha de Pedro Ferreira
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